Monday, September 26, 2005

Amargura poema

Pela janela aberta
o ar morno da noite
invade teu aposento.
aqui fora, o silêncio

faz parceria com o luar
num cósmico duelo
encantadoramente
intimista.

Quietude e fascínio
fazem dueto
com o pulsar
de um coração

perdidamente solitário.
Já cansado de sonhar
Alquebrado olhar distante
O Insinuar surdo de um suspiro

Imperceptível invasor...
Rompe o silencio sepulcral.
Falar de uma alma que agoniza
Lembradas quimeras distantes

O vento morno da madrugada
Acaricia teu corpo
Depois vem contar
Sussurrando o que viu

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